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Guerra e Paz

 Guerra e Paz, de Portinari 

A exposição fica aberta ao público até 21 de abril - com entrada gratuita - na Fundação Memorial da América Latina, em São Paulo.

É a primeira vez que os painéis "Guerra" e "Paz" são exibidos devidamente restaurados. A mostra, no entanto, é muito mais. Inclui os estudos do pintor para essa obra, que são pequenas obras primas. Além disso, há uma interface digital, com projeções e vídeos usando tecnologia de ponta. Uma linha do tempo foi traçada, usando imagens em movimento, com a trajetória inteira do pintor, desde sua infância em Brodowski, SP. E o setor educativo, com visitas guiadas e uma programação de oficinas.

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Breve História

 

Em 1952, o então Secretário Geral do ONU, Trygve Lie, sugeriu que cada nação membro fizesse uma contribuição cultural àquela instituição cuja sede estava em construção.

O projeto foi desenvolvido pela Comissão Internacional dos Arquitetos da ONU, chefiada por Wallace K. Harrison e que teve Oscar Niemeyer como um de seus membros.

O governo brasileiro encomendou então à Candido Portinari, dois painéis que foram oferecidos à ONU, para decorar sua sede

Em 1954 Portinari apresentou as maquetes na exposição em homenagem ao IV Centenário da cidade de São Paulo realizada no MASP. Nessa ocasião, as duas maquetes já estavam aprovadas pela Junta Assessora de Arte da ONU.

Ainda em 1954, sentiu com mais intensidade os sintomas de intoxicação pelas tintas e o artista fica, por determinação médica, algum tempo sem pintar. Para o artista: “Estou proibido de viver”

Depois de longo atraso nas negociações financeiras, é assinado em 1955 o contrato entre Portinari e o Ministério das Relações Exteriores, para a execução dos painéis, cujos estudos estavam bem avançados.

Portinari pretendia pitar os painéis no próprio local na ONU, em Nova York, mas o artista não obteve o visto de entrada para os Estados Unidos em razão de suas convicções políticas: Portinari era comunista e na época os Estados Unidos viviam o período do macarthismo.

A execução dos painéis começou em março de 1955, em um galpão da TV Tupi, cedido por Assis Chateaubriand e foi concluída em janeiro de 1956. Portinari contou com a ajuda de Rosinha Leão e Enrico Bianco, dois discípulos e amigos do artista.

 

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